(encerra hoje)
No início, usamos “Encerra hoje” para aproximar um conceito técnico. Com o tempo, percebemos que as pessoas procuravam justamente por “Day Trade”. A solução não era simplesmente evitar o termo do mercado, mas acolhê-lo e dar contexto.
Quando a Toro decidiu se tornar uma corretora, o produto ainda não existia. Eu era o único Content Designer e participei da criação das jornadas que deram forma a essa experiência, das mais básicas às mais complexas.



Não havia uma experiência anterior para melhorar. Era preciso decidir como cada parte de uma corretora deveria funcionar e ser entendida.
O trabalho atravessava aquisição, segurança, escolha de produtos, acompanhamento e comunicações transacionais.




No início, usamos “Encerra hoje” para aproximar um conceito técnico. Com o tempo, percebemos que as pessoas procuravam justamente por “Day Trade”. A solução não era simplesmente evitar o termo do mercado, mas acolhê-lo e dar contexto.
Foi uma das jornadas que mais exigiram estudo do time. Traduzimos regras e cenários complexos em decisões mais legíveis, permitindo que o cliente definisse limites de ganho e perda e tivesse mais clareza sobre a operação.
O guia de Tom e Voz transformou escolhas que antes estavam dispersas em uma referência compartilhada. Ele apoiava o trabalho de Produto e também orientava quem falava em nome da Toro.


Além dos times de Design, o material apoiou treinamentos de Assessores, Traders e professores que conduziam aulas e transmissões ao vivo. A linguagem do produto passou a ter critérios que podiam ser ensinados, discutidos e aplicados por outras pessoas.
Com autonomia e em parceria com o CEO e a diretoria, participei da definição do Culture Code da Toro. O documento ajudou a tornar explícitos comportamentos e uma forma de trabalhar durante a transição de escritório de Agentes Autônomos para uma Fintech.



À medida que a empresa e os times de Design cresceram, a demanda deixou de caber em uma atuação individual. Como uma pessoa de confiança da liderança, assumi a estruturação do Chapter de Content Design.
Participei da seleção de profissionais, cuidei do onboarding e dos treinamentos e criei as condições para que decisões de conteúdo fossem menos dependentes de uma única pessoa.
Recrutamento, onboarding, treinamento, mentoria e acompanhamento profissional.
Ritos do Chapter, weeklys, dailys e espaços para discutir trabalho e elevar a qualidade.
Tom e Voz, bibliotecas de padrões, processos e documentação de onboarding.
Cocriação do Design System e integração do conteúdo às decisões do produto.
Comecei resolvendo problemas locais em fluxos específicos. Aos poucos, passei a participar de decisões mais amplas sobre produto, linguagem, cultura e a forma como outras pessoas trabalhavam.
Construir a corretora me colocou em contato com praticamente todas as partes de um produto financeiro. Estruturar a área foi o passo seguinte: transformar o que eu havia aprendido em referências, ritos e condições para que outras pessoas também pudessem fazer um bom trabalho.